terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O outro lado da nobreza



Ficha

(Restoration, 1995)

» Direção: Michael Hoffman
» Roteiro: Rose Tremain (romance), Rupert Walters (roteiro)
» Gênero: Drama
» Origem: Estados Unidos/Reino Unido
» Duração: 117 minutos
» Tipo: Longa-metragem

Elenco

Robert Downey Jr. ... Robert Merivel
Sam Neill ... King Charles II
David Thewlis ... John Pearce
Polly Walker ... Celia Clemence
Meg Ryan ... Katharine
Ian McKellen ... Will Gates
Hugh Grant ... Elias Finn
Ian McDiarmid ... Ambrose
Mary MacLeod ... Midwife
Mark Letheren ... Daniel
Sandy McDade ... Hannah
Rosalind Bennett ... Eleanor

Sinopse

» Sinopse: Inglaterra, 1660. Carlos II sobe ao trono após os anos de terror do governo de Oliver Cromwell. É nesse cenário da Restauração que jovem estudante de medicina experimenta guinada radical em sua vida e seus amores ao ser convidado para fazer parte da corte.

Meu Parecer

Um dos filmes mais esquecidos de Robert Downey Jr. Ele é um médico fanfarrão, que divide seu tempo entre jogos e mulheres. Sua grande oportunidade vem quando o Rei chama-o para ser o médico de seus... cachorrinhos. Pronto. Anos de estudo jogados fora, mas por uma boa causa: ele ganhará bem, viverá na corte e terá mulheres e mais mulheres. O filme dá uma reviravolta quando ele sai do céu para o inferno, com a rejeição do rei (Robert tentou também tomar-lhe a amante). Aí é que começa o filme. Na metade. Até esse momento a gente não sabe o que está fazendo na frente da tela. Ele descobre que realmente é um médico, e passa a aplicar seus métodos na cura de doentes mentais e a peste.
O filme chega a ser ligeiramente enfadonho, já que só começa realmente pela metade. Creio que a primeira parte poderia muito bem ser resumida em 10 minutinhos. Mas nada que tire o brilho de Robert Downey Jr., aqui, ainda uma jovem promessa que havia perdido o Oscar por sua bela atuação como Chaplin.
Eu ficava a rever esse filme e imaginar como as pessoas desconheciam esse ator tão magnífico. E como ele havia se entregado às drogas tão lascivamente a ponto de se perder. Fico satisfeita (e como) ao verificar que quase quinze anos depois deste aqui, ele seja considerado um dos melhores atores vivos de nossa geração.


Nota: ****

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Vítimas de uma Paixão












titulo original: (Sea of Love)
lançamento: 1989 (EUA)
direção: Harold Becker
atores: Al Pacino , John Goodman , Michael Rooker , William Hickey , Richard Jenkins
duração: 113 min
gênero: Policial

Elenco

# Al Pacino (Detetive Frank Keller)
# John Goodman (Detetive Sherman)
# Michael Rooker (Terry)
# William Hickey (Frank Keller Sr.)
# Richard Jenkins (Gruber)
# Paul Calderon (Serafino)
# Gene Canfield (Struk)
# Larry Joshua (Dargan)
# John Spencer (Tenente)
# Christine Estabrook (Gina Gallagher)
# Barbara Baxley (Srta. Allen)
# Samuel L. Jackson
# Ellen Barkin (Helen Cruger)

Sinopse

Em Nova York Frank Keller (Al Pacino), um detetive, ao investigar um caso no qual homens são assassinados após responderem a uma coluna de correio sentimental, se envolve com Helen Cruger (Ellen Barkin), a principal suspeita. Quanto mais ele se apaixona, mais provas surgem para incriminar Helen.

Meu Parecer

Frank está se aposentando. Todos o homenageiam e coisa e tal, mas sabem que sua hora já chegou. Viciado em trabalho, e sem ter muito o que fazer, já que sua vida é gasta em bebidas e solidão, ele parte para tentar desvendar mais um caso. Difícil. Acaba se envolvendo com a suspeita número 1. O filme é deveras interessante, Al está impecável, como sempre. Ellen Barkin surpreendeu-me com uma boa atuação. Há cenas quentes, vide as pegações de Frank e Helen no supermercado.
Ah, uma curiosidade, O nome original, "Sea of Love", é o nome de uma musica romântica dos anos 50, e o assassino usa-a sempre que vai matar alguém.
Um bom filme de suspense, com um final surpreendente.
Indicadíssimo.

Nota

*****

domingo, 24 de janeiro de 2010

Dia de Pagamento (Carlito's Way)



Ficha

titulo original: (Carlito's Way)
lançamento: 1993 (EUA)
direção: Brian De Palma
atores: Al Pacino , Sean Penn , Penelope Ann Miller , John Leguizamo , Ingrid Rogers
duração: 144 min
gênero: Policial

Elenco

* Al Pacino (Carlito Brigante)
* Sean Penn (David Kleinfeld)
* Penelope Ann Miller (Gail)
* John Leguizamo (Benny Blanco)
* Ingrid Rogers (Steffie)
* James Rebhorn (Norwalk)
* Joseph Siravo (Vinnie Taglialucci)
* Viggo Mortensen (Lalin)
* Richard Foronjy (Pete Amadesso)
* Luis Guzmán (Pachanga)
* Paul Mazursky (Juiz Feinstein)

Sinopse

Advogado (Sean Penn) tira gângster (Al Pacino) da cadeia usando brecha na lei. De volta às ruas, Carlito sabe que gastou sua sorte e quer andar na linha. Mas o advogado reaparece oferecendo uma proposta que lhe permitirá recomeçar a vida ao lado da namorada nas Bahamas.

Meu Parecer

Gente do céu, Al Pacino no melhor de sua forma como ator nesse filme de Brian de Palma. Aqui, o gangster que tenta (coitado) refazer sua vida de forma honesta, e que querendo ou não, acaba sendo arrastado para o crime. Matar para ele é fichinha, mas o sonho dele é comprar uma concessionária de carros para alugá-los. E para isso compra uma parte de uma boate. Lá ele não consegue se desvencilhar de seu passado, pois é frequentado por antigos companheiros e também por novos gangsters, que tomaram a cidade quando ele estava "de férias" na prisão.
Mas é claro que há amor! A dose é dada pela dupla Pacino/Penelope Ann Miller cuja integração foi tão real que acabou ultrapassando as telas. Sim, eles namoraram durante algum tempo durante as filmagens. O casal convence. Mas não era isso que eu queria falar. Pacino ganhou finalmente seu Oscar nesse mesmo ano, com Perfume de Mulher, e merecia também ter ganho por esse. Mérito.
Outro destaque é o Sean Pean, como o advogado "amigo" de Carlitos.
Para mim, seu quarto melhor filme. Em ordem (O Poderoso chefão, Scarface, Dia de Cão).

Nota: *****

sábado, 23 de janeiro de 2010

Simone (2002)

simone

ficha técnica:

    * título original:Simone
    * gênero:Drama
    * duração:01 hs 57 min
    * ano de lançamento:2002
    * site oficial:http://www.simonemovie.com/
    * direção: Andrew Niccol
    * roteiro:Andrew Niccol
    * produção:Andrew Niccol
    * música:Carter Burwell
    * fotografia:Edward Lachman
    * direção de arte:Sarah Knowles
    * figurino:Elisabetta Beraldo
    * edição:Paul Rubell

Elenco

*  Al Pacino (Viktor Taransky)
* Catherine Keener (Elaine)
* Rachel Roberts (Simone)
* Tony Crane (Lenny)
* Susan Chuang (Lotus)
* Sean Cullen (Bernard)
* Rebecca Romjin-Stamos (Faith)
* Winona Ryder (Nicola Anders)
* Camille Wainwright (Katie Crom)
* Evan Rachel Wood (Lainey)
* Jay Mohr (Hal)
* Pruitt Taylor Vince
* Jason Schwartzman

Sinopse

Após a principal estrela de seu mais novo trabalho desistir do projeto, o produtor Viktor Taransky (Al Pacino) entra em desespero. Sem ter como deixar tudo a perder, Taransky decide criar secretamente Simone, uma atriz digital criada especialmente para o trabalho, substituindo uma de carne e osso. Mas o que Taransky não esperava era que Simone iria se tornar um sucesso mundial, sendo que todos desejam conhecê-la pessoalmente.

 

Meu Parecer

Um filme pouco comentado de Al Pacino. Na verdade, um dos que seus fãs xiitas dizem ser dos piores. Aqui ele é Viktor, um falido diretor que ganha a oportunidade de conseguir novamente a fama ao descobrir um software que permite criar uma atriz virtual. Bom, o tema é atual, inclusive a inveja sentida por Viktor, quando seu “Frankestein” de saias faz mais sucesso que ele, relegando-o a um simples descobridor. Claro que há coisas berrantes, como o fato dela se apresentar em um estádio para milhares de pessoas e ninguém perceber a farsa. (Ó futuro, será que essas frases minhas não parecerão coisa de pessoas antigas?). Sua ex-esposa (e o resto do mundo) passa a acreditar que ele é dominado por Simone. De certa forma sim. Tanto que ele tenta destruir o software e as pessoas pensam que ele… matou a Simone. E agora? Como provar a verdade absurda que ele conta?

Talvez o que eu não goste é simplesmente o que não posso falar aqui: do final. Um final forçadamente hollywoodiano, apressado em suas conclusões, feliz até, e que nos deixa com uma frase na cabeça: onde isso vai parar?

 

Nota: ***

simone2

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O Segredo de Brokeback Mountain

Ficha técnica:
título original: Brokeback Mountain
gênero: Drama
duração: 02 hs 14 min
ano de lançamento: 2005
site oficial: http://www.brokebackmountain.com
estúdio: Paramount Pictures / Good Machine / This Is That Productions / River Road Entertainment / Alberta Filmworks Inc.
distribuidora: Focus Features / Europa Filmes
direção: Ang Lee
roteiro: Larry McMurtry e Diana Ossana, baseado em estória de Annie Proulx
produção: Diana Ossana e James Schamus
música: Gustavo Santaolalla
fotografia: Rodrigo Prieto
direção de arte: Laura Ballinger
figurino: Marit Allen
edição: Geraldine Peroni e Dylan Tichenor

Sinopse: Um peão de rodeios, Jack Twist (Jake Gyllenhaal) e um vaqueiro de Wyoming, Ennis Del Mar (Heath Ledger) se conhecem no verão de 1963, após serem contratados para cuidar das ovelhas de Joe Aguirre (Randy Quaid) na montanha Brokeback Mountain. Lá eles se tornam amigos e descobrem o amor. Depois dali cada um segue seu compromisso comum: Jack segue para a sua aventura nos rodeios e Ennis se casa com Alma (Michelle Williams). Após um longo tempo de separação, eles se reencontram e decidem manter em sigilo o amor que tem um pelo outro em encontros que duram sempre algum tempo para acontecer durante um período de 20 anos.

Elenco:
Jake Gyllenhaal (Jack Twist)
Heath Ledger (Ennie Del Mar)
Michelle Williams (Alma Beers Del Mar)
Anne Hathaway (Lureen Newsome Twist)
Randy Quaid (Joe Aguirre)
Linda Cardellini (Cassie Cartwright)
Anna Faris (LaShawn Malone)
Scott Michael Campbell (Monroe)
Kate Mara (Alma Del Mar Jr.)
Cheyenne Hill (Alma Del Mar Jr. - 13 anos)
Brooklyn Proulx (Alma Del Mar Jr. - 4 anos)
Tom Carey (Jimbo)
Graham Beckel (L.D. Newsome)
David Harbour (Randall)
Mary Liboiron (Fayette Newsome)
Roberta Maxwell (Mãe de Jack Twist)
Peter McRobbie (John Twist)

Meu parecer:

É sem dúvida um dos filmes mais tocantes do cinema. Não dá para não se emocionar com a história desse amor proibido pelas convenções sociais de uma época (já que a história se passa em 1963) e de um povo em específico. Algumas pessoas criticam Brokeback Mountain por ser paradão, mas sem dúvida não é um rótulo que se ponha. O forte é a introspecção daquela gente country, algo muito mais forte em Ennis del Mar (Heath Ledger), o que se segue com a bela paisagem contemplativa e a música. Fotografia impecável também. A direção de Ang Lee e o roteiro de Larry McMurtry e Diana Ossana mereceram os prêmios a eles destinados. É o primeiro papel forte do ator Heath Ledger: um banho de atuação do princípio ao fim. É impressionante que aos 25 anos (a idade que ele tinha quando fez este filme) ele pudesse ficar uma pessoa mais velha adiante, a maquiagem não foi pesada, mas a atuação dele é a que mais impressiona. Assim que ouvi os diálogos em inglês pela primeira vez (claro, isso há bastante tempo atrás) fiquei impressionada com o sotaque americano caipira de Heath Ledger, aquela voz grave de machão nos deixa pasmos. Lembro-me que os atores fizeram um workshop sobre a vida rural. Jake Gyllenhaal ao ser convocado para o elenco chegou quatro meses antes ao curso para aprender a montar. O que não era problema para Heath Ledger, que durante sua infância na Austrália já estava habituado com cavalos por causa da fazenda da sua família, outro relevante é que ele fez ainda alguns filmes em que a montaria era necessária. Ou seja, tinha experiência de sobra. Os cowboys do workshop só tiveram que adaptar um pouco a montaria dele, porque diziam “esse ator tem um jeito ainda muito ‘inglês’ de montar, vamos só dar umas coordenadas”. Brokeback Mountain rendeu ainda um prêmio em um site de melhor beijo (Heath Ledger e Jake Gyllenhaal) e também se tornou ópera.


Nota: *****

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Sherlock Holmes


Ficha técnica:
título original: Sherlock Holmes
gênero: Aventura
duração: 02 hs 08 min
ano de lançamento: 2009
site oficial: http://www.sherlockholmesofilme.com.br
estúdio: Wigram Pictures / Lin Pictures / Silver Pictures / Translux / Village Roadshow Pictures
distribuidora: Warner Bros. Pictures
direção: Guy Ritchie
roteiro: Michael Robert Johnson, Anthony Peckham e Simon Kinberg, baseado em estória de Lionel Wigran e Michael Robert Johnson e nos personagens criados por Arthur Conan Doyle
produção: Susan Downey, Dan Lin, Lionel Wigram e Joel Silver
música: Hans Zimmer
fotografia: Philippe Rousselot
direção de arte: James Foster, Nick Gottschalk, Matthew Gray e Niall Moroney
figurino: Jenny Beavan
edição: James Herbert
efeitos especiais: Double Negative / Plowman Craven & Associates / The Visual Effects Company

Sinopse:
Final do século XIX. Sherlock Holmes (Robert Downey Jr.) é um detetive conhecido por usar a lógica dedutiva e o método científico para decifrar os casos nos quais trabalha. O Dr. John Watson (Jude Law) é seu fiel parceiro, que sempre o acompanhou em suas aventuras. Porém esta situação está prestes a mudar, já que Watson pretende se casar com Mary Morstan (Kelly Reilly). Isto não agrada Holmes, que não deseja o afastamento do colega. O último caso da dupla envolve Lorde Blackwood (Mark Strong), por eles presos ao realizar um ritual macabro que previa o assassinato de uma jovem. Blackwood já havia matado quatro mulheres e tem fama junto a população de ser um poderoso feiticeiro. Ele é preso e depois condenado à forca, mas misteriosamente é visto deixando o túmulo onde seu caixão foi deixado. Holmes e Watson são chamados para solucionar o caso e logo ele se torna um grande desafio para o detetive, que não acredita em qualquer tipo de magia. Em meio às investigações há o retorno de Irene Adler (Rachel McAdams), uma ladra experiente por quem Holmes tem uma queda.

Elenco:
Robert Downey Jr. (Sherlock Holmes)
Jude Law (Dr. John Watson)
Rachel McAdams (Irene Adler)
Mark Strong (Lorde Blackwood)
Kelly Reilly (Mary Morstan)
Eddie Marsan (Inspetor Lestrade)
Hans Matheson (Lorde Coward)
William Hope (John Standish)
Geraldine James (Sra. Hudson)
Joe Egan (Big Joe)
David Garrick (McMurdo)
James A. Stephens (Capitão Philips)


Meu parecer:

O filme impressiona com as atuações de Robert Downey Jr. (Sherlock Holmes) e Jude Law (Dr. John Watson). Aliás, o brilho intenso fica para Robert Downey Jr. sem dúvida. A nova versão do lendário detetive é cheia de adrenalina, belos cenários, excelente fotografia, efeitos especiais e som da melhor qualidade. Ah, a trilha sonora também é empolgante! Quem pensa em ver um Sherlock Holmes com aquele figurino quadriculado pode até não gostar, mas essa versão traz um traje com design mais à moda da época. Umas das cenas mais engraçadas é o Sherlock testando substâncias soníferas no seu cãozinho, o que deixa a empregada de cabelo em pé: “O senhor matou seu cachorro de novo?”... E ele: “Eu só estou aplicando (... ) ele já está acostumado”. Só faltou mesmo aquela célebre frase: “Elementar meu caro Watson”.


Nota: *****

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Borat

Ficha técnica:
título original:Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan
gênero:Comédia
duração:01 hs 24 min
ano de lançamento:2006
site oficial:http://www.boratmovie.com/
estúdio:One America / Dune Entertainment / Four by Two / Everyman Pictures / Major Studio Partners
distribuidora:20th Century Fox Film Corporation
direção: Larry Charles
roteiro:Peter Baynham, Sacha Baron Cohen, Anthony Hines e Dan Mazer, baseado em estória de Peter Baynham, Sacha Baron Cohen, Todd Phillips e Anthony Hines
produção:Jay Roach e Sacha Baron Cohen
música:Erran Baron Cohen
fotografia:Luke Geissbuhler e Anthony Hardwick
direção de arte:David Maturana
figurino:Jaosn Alper
edição:Craig Alpert, Peter Teschner e James Thomas
efeitos especiais:Yard VFX


Elenco:
Sacha Baron Cohen (Borat Sagdiyev)
Ken Davitian (Azamat Bagatov)
Luenell (Luenell)
Pamela Anderson
Bob Barr
Bobby Rowe
Alan Keyes
Mariam Behar
Spirea Ciorobea
Michael Psenicksa
Jim Sell
Larry Walker
Linda Stein

Sinopse:
Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen) é um jornalista do Cazaquistão que deixa o país rumo aos Estados Unidos, na intenção de fazer um documentário. Durante sua viagem pelo país ele conhece pessoas reais, que ao reagir ao seu comportamento primitivo expõem o preconceito e a hipocrisia existentes na cultura americana.


Meu parecer:

Borat é aquele filme tipo “ame-o ou odeie-o”. É justamente esse tipo de reação que causa ao público. Sacha Baron Cohen mostra que é excelente ator para o ramo que escolheu: a comédia. Claro, numa linguagem muito pessoal, aquela de vestir mesmo o personagem e vivê-lo de tal forma em que todas as baboseiras e encrencas vividas pareçam naturais. Nesta produção de escracho puro, o humor é palhaço. Claro, politicamente incorreto, mas é isto a que garante as boas risadas. Aquela parceria entre Borat (Sacha) e seu ajudante Azamat (Ken Davitian) é inesquecível, principalmente quando os dois lutam nus por causa de uma foto de Pamela Anderson. A moça é o alvo da apaixonite exagerada de Borat, daí ele precisa viajar até Los Angeles até encontrá-la, durante o percurso situações loucas e inusitadas acontecem. É uma crítica a sociedade americana.


Nota: ****

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