domingo, 2 de agosto de 2009

Querido Frankie

Ficha Técnica
Título Original: Dear Frankie
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 102 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 2004
Site Oficial: www.miramax.com/dearfrankie
Estúdio: Pathé Pictures Ltd. / Scorpio Films Ltd. / Sigma Films Ltd. / Scottish Scren / UK Film Council
Distribuição: Miramax Films / Buena Vista International
Direção: Shona Auerbach
Roteiro: Andrea Gibb
Produção: Caroline Wood
Música: Alex Heffes
Fotografia: Shona Auerbach
Desenho de Produção: Jennifer Kernke
Direção de Arte: Margaret Horspool
Figurino: Carole K.
MillarEdição: Oral Norrie Ottey
Efeitos Especiais: Capital FX

Elenco
Emily Mortimer (Lizzie)
Jack McElhone (Frankie)
Mary Riggans (Nell)
Sharon Small (Marie)
Katy Murphy (Srta. MacKenzie)
Sean Brown (Ricky Monroe)
Jayd Johnson (Catriona)
Anne Marie Timoney (Janet)
Cal Macaninch (Davey Morrison)
Gerard Butler (pai fictício de Frankie)

Sinopse:
É a comovente história de um menino de 9 anos chamado Frankie (Jack McElhone), que mora com sua mãe Lizzie (Emily Mortimer). Frankie tem deficiência auditiva, mas sempre quis saber sobre seu pai, e sua mãe para protegê-lo da verdade lhe escreve cartas amorosas as quais assina como se fossem do seu ex-marido. Lizzie teve todo um cuidado para que Frankie não suspeitasse da origem das cartas, elas sempre viam de um navio. Até que um dia que ela não consegue mentir, pois finalmente enfim chega o tal navio justamente na área portuária em que reside ela e o filho. Frankie fica iludido por enfim saber que seu pai chegou e Lizzie decide tomar a decisão de contratar o serviço de um estranho (Gerard Butler) para fingir ser o pai de Frankie.
Meu parecer:
É uma história muito bonita, que não cai no pieguismo, comove sem precisar ser tão forçosa em sua intenção de comover. Gerard Butler está muito sexy e tem um papel pequeno, mas seu personagem ganha destaque quando conquista o coração do menino, mesmo no fim do filme (eita lá vai eu contando...), quando Frankie sabe desde o início que aquele estranho nunca foi seu pai. E o verdadeiro pai de Frankie? Quase no fim ele é revelado. O roteiro é perfeito. Difícil ver gente paupérrima na Inglaterra, mas os personagens centrais do filme são extamente esse povo. Fico o tempo todo penalizada pela situação da mulher e torcendo para que ela e o bonitão se acertem e fiquem juntos. Mas o final não é o de todos felizes para sempre, mas realista.
Nota: ****

4 comentários:

Tania Lima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tania Lima disse...

Magda, concordo em todos os pontos contigo, esse, sem dúvida é o meu filme preferido. E Gerry, nossa, bem que ele diz que este é um dos filmes que mais gostou de fazer. É de uma poesia suave, que aborda um dos problemas que ainda enfrentamos na atualidade e que ultrapassa fronteiras, e que acontece mesmo nos países chamados de primeiro mundo, que é o da violência doméstica. É muito bom ver que os filmes europeus (aqui no caso um filme totalmente britânico, realizado na Escócia) são apreciados por outras pessoas, ainda que não seja um filme hollywoodiano, comercial, e sim uma produção independente e que conta com uma fotografia, direção, roteiro e atuações memoráveis, principalmente do Jack McElhone, que ao que parece não participou de outros filmes. Parabéns pelo bom gosto e pelo seu espaço tão aconchegante.

Ly Evian disse...

Magda, faço minhas, as suas palavras.
Muito bom saber que não sou só eu que curto ( bons ) filmes feitos off-Hollywood.
O filme é mesmo uma poesia, e cada ator foi perfeitamente escolhido. Esse, é um dos filme que Gerard Butler diz mais ter gostado de fazewr. Não é à toa.
Esse filme me emocionou, sem ser piegas.
Parabéns pelo blog.
Bjim♥

Magda Miranda disse...

Tania e Ly obrigada! Mas o blog é de minha amiga Carla Marinho, grande figura humana e idealizadora de excelentes blogs sobre cinema, entre os seus mais recentes eu cito http://www.cinemaclassico.com uma biblioteca sobre a sétima arte! Aqui sou mera colaboradora. Bem-vindas.

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