sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Crepúsculo - Amanhecer - Parte 1

Ficha Técnica:

Direção: Bill Condon
Gênero: Romance/Aventura
Duração: 135 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: US$ 127 milhões
Estreia: 18 de Novembro de 2011

Produção e Roteiro: Stephenie Meyer/ Melissa Rosenberg
Autor da obra original: Stephenie Meyer
Supervisor de efeitos visuais: John Bruno
Compositor: Carter Burwell
Distribuidor brasileiro (Lançamento): Paris Filmes
Distribuidor no exterior (Lançamento): Summit Entertainment





O vestido de Bella assinado por Carolina Herrera

Interessantes cenas com os convidados
Elenco:
Robert Pattinson (Edward Cullen)
Kristen Stwart (Bella Swan)
Taylor Lautner (Jacob Black)

Rosalie Hale (Nikki Reed)
Emmett Cullen (Kellan Lutz)
Jessica Stanley (Anna Kendrick)
Aro (Michael Sheen)
Caïus (Jamie Campbell Bower)
Irina  (Maggie Grace)
Tanya (Myanna Buring)
Dancer (Paul Becker)
Renesmee  (Mackenzie Foy)
Jane (Dakota Fanning)
Garrett (Lee Pace)
Alistair (Joe Anderson)



Sinopse: Nos aguardados capítulos finais de 'A Saga Crepúsculo', a felicidade dos recém-casados Bella Swan (Kristen Stewart) e Edward Cullen (Robert Pattinson) é interrompida quando uma série de traições e desgraças ameaça destruir o mundo deles. Após seu casamento, Bella e Edward viajam ao Rio de Janeiro para sua lua de mel, onde finalmente cedem à sua paixão. Bella logo descobre estar grávida e durante o quase fatal parto de seu filho, Edward finalmente acata ao desejo de Bella e a torna imortal. 


Nosso Comentário: Realmente, o penúltimo filme da saga Crepúsculo traz muitas emoções. Desde a bela cerimônia de casamento (tirando a ceninha irritante dos depoimentos sem sal dos convidados, principalmente da colega de escola de Bella e Edward). E ainda mais interessante a lua-de-mel do casal que faz uma viagem a um Brasil esteriotipado e desconhecido da gringalândia produções. Mas é encantador sim apesar de tudo. Mesmo com todos os hematomas que lhe proporcionaram a noite de amor com Edward, Bella está feliz com seu novo estado civil e muito rapidamente fica grávida. O que chama a atenção nesta bonita produção são os efeitos especiais da aflitiva gravidez da moça, principalmente quando ela vai ficando cada vez mais fraca e esquelética. Até mesmo uma boneca foi usada para fazer o corpo da atriz em uma situação cadavérica ao extremo. A finalização surpreende também.

Nota: ****

domingo, 23 de setembro de 2012

Don Juan


Ficha Técnica:
Título original: Don Juan 
Direção: Jacques Weber
Gênero: Comédia/Romance
Origem: Alemanha/Espanha/França
Duração: 104 minutos
Tipo: Longa-metragem 

Emmanuelle Béart vivendo uma jovem seduzida e enganada por Don Juan
Elenco:
Jacques Weber (Don Juan)
Michel Boujenah (Sganarelle)
Emmanuelle Béart (Elvire)
Penélope Cruz (Mathurine)
Ariadna Gil (Charlotte)
Denis Lavant (Pierrot)
Michael Lonsdale (Don Luis)
Jacques Frantz (Don Alonse)
Pierre Gérard (Carlos)
Arnaud Bedouët (La Violette)
Philippe Khorsand (Monsieur Dimanche)
Lucas Uranga (Ragotin)
Pedro Casablanc (Lucas)
Claudia Gravy (Mère de Don Juan)
Xavier Thiam  (La Ramée )

Don Juan (Jacques Weber) e Penélope Cruz (Mathurine)

Sinopse: Espanha, século XVII. O país está assolado por uma série de guerras sangrentas. Neste desolador cenário de perdas e mortes, um personagem clássico ressurge das cinzas: Don Juan (Jacques Weber), depois de seduzir e prometer casamento à bela Elvira (Emmanuelle Béart), a abandona e foge. Atrás dele vão os dois irmãos da donzela, prontos para lavar a honra da família. Na fuga, Don Juan e seu criado acabam vitimas de uma tempestade, indo parar numa ilha desconhecida. É ali que o incorrigível conquistador se envolve com mais duas beldades: as donzelas Mathurine (Penélope Cruz) e Charlotte (Ariadna Gil).  

Cena em que Don Juan (o de longos cabelos brancos) reencontra seus pais

Nosso comentário: Fiquei com uma vontade enorme de comentar este filme logo de início. Tive uma vontade imensa de não assistir completo, porque fui me entediando, me impacientando... tudo isso. Jaques Weber (o diretor e protagonista do filme) só quis contar uma história. Porém sem emoção e sem nexo. Bem, não vou desperdiçar o DVD que tenho aqui em casa, vou guardar para uma outra utilidade. Mas será também um desses filmes que não voltarei a ver de novo, nem em sonho. Para quem conhece popularmente o mito do Don Juan e já assistiu o Don Juan de Marco com Johnny Depp vai ficar procurando o Don Juan no filme todinho: Cadê ele? Cadê ele? Quando é que ele entra em ação? Espera-se um aspecto jovem e viril e eis que aparece o oposto: decepção geral. Cenas de afeto ao menos, nenhuma. As atrizes espanholas, Penélope Cruz e Ariadna Gil, por sinal boas referências, aparecem perdidas literalmente na história, numa participação altamente disperdício.
Bom, mas quem conhece a história do mito até vai entender o porquê de se ter um personagem título de meia-idade, porque este filme procura contar a história da última versão da personagem, o Don Juan Tenório, este não é nada jovem. Aliás o autor do livro José Zorilla o apresentou assim: um homem pra lá de maduro que se gaba de todas as suas conquistas amorosas com seu amigo Don Luís, ganhando dele o título de o mais conquistador e ainda com tempo para levar na conversa a virgenzinha D. Inés (que não aparece no filme), mas é citada no hollywoodiano Don Juan de Marco. Há também a versão de Tyrso de Molina sobre Don Juan. Aliás, este filme é uma mistura dessas duas versões. O Don Juan apresentado é um homem egoísta, arrogante, egocêntrico e de pernalidade altamente duvidosa. Sem dúvida torci o filme inteiro para que ele morresse logo, até que ele deu um ataque do coração e despencou de um palanque onde estavam pintando o rosto e a mão uma estátua. Aliás pensei: "que bom enfim terminou este filme chato". O empregado fiel dele o Esganael fica pedindo esmolas (isso não gostei). Mas enfim... E a parte com Penélope Cruz e Ariadna Gil foram a de duas jovens numa ilha que sentiram atraídas por ele e que caíram na conversa mole, mas mesmo assim ficavam desconfiadas de seus galanteios. Enfim, quem quer ver Don Juan vejam os clássicos, leiam a obra literária ou simplesmente se emocionem com Don Juan deMarco com Johnny Depp e Marlon Brando, a melhor tradução, emoção, além de linda trilha sonora. Creio que Don Juan de Marco estava mais para a obra de Lord Byron, aliás, com muitas influências dele, misturou as histórias também, o Don Juan era mais passional, a mescla de histórias de um rapaz que julgava ser a personagem, a obra literária e mundo atual, com Malon Brando fazendo seu psiquiatra é o que há de melhor até agora. O Don Juan francês serve apenas como referência de explicar a personagem, mas em si ficou faltando algo.

Nota: *

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Sete Dias com Marilyn

Ficha Técnica:
Título original: My Week with Marilyn
Ano: 2011
País: EUA/ Reino Unido
Direção: Simon Curtis
Roteiro: Adrian Hodges (roteiro), Colin Clark (livros)
Gênero: Drama
Duração: 99 minutos
Tipo: Longa-metragem

Elenco:
Michelle Williams  (Marilyn Monroe)
Eddie Redmayne  (Colin Clark)
Julia Ormond (Vivien Leigh)
Kenneth Branagh (Sir Laurence Olivier)
Pip Torrens (Sir Kenneth Clark)
Geraldine Somerville (Lady Jane Clark)
Michael Kitchen  (Hugh Perceval)
Miranda Raison  (Vanessa)
Karl Moffatt  (Jack Cardiff)
Simon Russell Beale  (Cotes-Preed)
Toby Jones (Arthur Jacobs)
Emma Watson (Lucy)
Dominic Cooper (Milton Greene)
Judi Dench (Dame Sybil Thorndike)
Dougray Scott  (Arthur Miller)
Derek Jacobi (Sir Owen Morshead)
Philip Jackson (Roger Smit)
Robert Portal (David Orton)
Jim Carter  (Barry)
Zo Wanamaker (Paula Strasberg)
   


 Sinopse:  Em 1956, Marilyn passou um período na Inglaterra filmando 'O Príncipe Encantado' ao lado de Laurence Olivier. O filme, uma adaptação do livro homônimo de Colin Clark, que na época trabalhava como assistente nas filmagens. Durante uma semana, ele teve a oportunidade de mostrar o melhor da vida britânica da atriz, que queria escapar das pressões da rotina hollywoodiana.



Nosso comentário: A genérica nunca é tão alucinantemente sexy como a verdadeira Marilyn Monroe. Mas Michelle Williams se esforçou e muito para compor a personagem. Seus trejeitos e sua leitura da atriz mereceram mesmo as indicações ao Oscar. A história em si pareceu aguada diante de algumas atuações, mas permaneceu fiel ao livro e as histórias que ecoaram durante anos sobre a Diva. É um bom filme. Apenas bom. Recomendável aos fãs da loira platinada e aos cinéfilos de plantão. Para os iniciantes recomendamos a leitura no Vintage Blog da amiga, Junia Lemos.

Nota: ***

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Sombras da noite

Ficha Técnica:
Diretor: Tim Burton
Produção: Christi Dembrowski, Johnny Depp, David Kennedy, Graham King, Richard D. Zanuck
Roteiro: Seth Grahame-Smith
Fotografia: Bruno Delbonnel
Trilha Sonora: Danny Elfman
Duração: 113 min.
Ano: 2012
País: EUA
Gênero: Terror
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: GK Films / Infinitum Nihil / Warner Bros. Pictures / The Zanuck Company / Dan Curtis Productions / Tim Burton Productions
Classificação: 14 anos

Elenco:
Johnny Depp (Barnabas Collins)
Michelle Pfeiffer (Elizabeth Collins Stoddard)
Helena Bonham Carter (Dr. Julia Hoffman)
Eva Green (Angelique Bouchard)
Jackie Earle Haley  (Willie Loomis)
Jonny Lee Miller  (Roger Collins)
Bella Heathcote  (Victoria Winters / Josette DuPres)
Chloë Grace Moretz  (Carolyn Stoddard)
Gulliver McGrath  (David Collins)
Ray Shirley  (Mrs. Johnson)
Christopher Lee  (Clarney)
Alice Cooper (Alice Cooper)
Ivan Kaye  (Joshua Collins)
Susanna Cappellaro (Naomi Collins)
Josephine Butler  (David's Mother)


Sinopse: "Sombras da Noite começa em 1752, quando Joshua e Naomi Collins, com seu filhinho Barnabas, saem de Liverpool, Inglaterra, para começar uma vida nova nos Estados Unidos. Mas nem mesmo um oceano foi o bastante para fugirem da maldição misteriosa que atormentava a família. Duas décadas depois, Barnabas (Johnny Depp) tem o mundo aos seus pés ou, pelo menos, a cidade de Collinsport, Maine. Dono da Mansão Collinwood, Barnabas é rico, poderoso e um playboy inveterado… Até que comete o grave erro de partir o coração de Angelique Bouchard (Eva Green). Angelique, uma bruxa em todos os sentidos, o condena a um destino pior do que a morte: transforma-o em vampiro e o enterra vivo.
Dois séculos mais tarde, Barnabas é libertado por engano de seu túmulo e entra num mundo bastante diferente, em 1972. Ele volta à Mansão Collinwood e descobre que a sua propriedade, outrora grandiosa, está em ruínas. Os integrantes problemáticos da família Collins que restaram se saíram um pouco melhor, cada um guardando seus próprios segredos sombrios".

Nosso comentário: Johnny Depp mais uma vez arrasa na composição do personagem: um vampiro tão nosferatus, quanto ingênuo, trapalhão, romântico e... valente. Vale ressaltar a espantosa reconstituição de época, aliás de admirar, assim como a trilha sonora assinada por ícones dos anos 70, incluindo canções dos Carpenters e de Alice Cooper. Doses de humor negro, drama, suspense e altas risadas fazem de Sombras da Noite um dos filmes imperdíveis das férias. E se contar as cenas engraçadas não faz sentido, o negócio é ir ao cinema e compartilhar a risada. Nós vamos de novo! Vale à pena rir de novo!


Fonte da sinopse: http://www.scifinews.com.br/?p=15570

Nota: *****

sábado, 9 de junho de 2012

Para Sempre

Ficha Técnica:
Titulo Original: The Vow
Gênero: Drama e Romance
Duração: 104 min.
Origem: Estados Unidos, Brasil, França, Austrália e Reino Unido
Estreia: 07 de Junho de 2012
Direção: Michael Sucsy
Roteiro: Jason Katims e Abby Kohn
Distribuidora: Sony Pictures
Censura: 12 anos
Ano: 2012

Sinopse: Paige e Leo (Rachel McAdams e Channing Tatum) formam um feliz casal recém-casado cujas vidas são transformadas por um acidente de carro que deixa Paige em coma. Ao acordar com uma perda de memória severa, Paige não se lembra de Leo, mas apenas da confusa relação com seus pais (Sam Neil e Jessica Lange) e do ex-noivo (Scott Speedman) por quem ela talvez ainda sinta algo. Apesar destas complicações, Leo luta para conquistar seu coração novamente e reconstruir seu casamento.

Elenco:
Rachel McAdams (Paige)
Channing Tatum (Leo)
Jessica Lange (Rita Thornton)
Jessica McNamee (Gwen)
Sam Neill (Bill Thornton)
Wendy Crewson (Dr. Fishman)
Tatiana Maslany (Lily)
Lucas Bryant (Kyle)
Scott Speedman  (Jeremy)
Joey Klein (Josh)
Joe Cobden   (Jim)
Jeananne Goossen   (Sonia)
Dillon Casey   (Ryan)
Shannon Barnett    (Carrie)
Lindsay Ames  (Shana)

Nosso comentário: Vale muito à pena ver este filme, em plena vespéra de Dia dos Namorados e até fora da data. É baseado em fatos reais. E dá uma lição do que é o verdadeiro amor. Amar é nunca desistir, é esperar, é cuidar, é compreender, é estar lado a lado e respeitar-se mutuamente. Desses filmes que há muito não se vê no cinema. Superindicamos.

Nota: ****

sábado, 22 de outubro de 2011

Mamãe é de morte

Ficha Técnica:
Título no Brasil: Mamãe é de Morte
Título Original: Serial Mom
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 93 minutos
Ano de Lançamento: 1994
Estúdio/Distrib.: Spectrama
Direção: John Waters

Elenco:

Kathleen Turner ... Beverly R. Sutphin

Sam Waterston ... Eugene Sutphin, D.D.S.

Ricki Lake ... Misty Sutphin

Matthew Lillard ... Chip Sutphin

Scott Morgan ... Detective Pike

Walt MacPherson ... Detective Gracey

Justin Whalin ... Scotty Barnhill

Patricia Dunnock ... Birdie

Lonnie Horsey ... Carl Pageant

Mink Stole ... Dottie Hinkle

Mary Jo Catlett ... Rosemary Ackerman

John Badila ... Paul Stubbins

Kathy Fannon ... Betty Sterner

Doug Roberts ... Ralph Sterner

Traci Lords ... Carl's Date

Tim Caggiano ... Marvin A. Pickles

Jeff Mandon ... Howell Hawkins

Colgate Salsbury ... Father Boyce

Patsy Grady Abrams ... Emma Lou Jenson

Richard Pilcher ... Herbie Hebden

Beau James ... Timothy Nazlerod

Stan Brandorff ... Judge R.A. Moorehouse

Kim Swann ... Lu-Ann Hodges

Suzanne Somers ... A Própria

Bus Howard ... Gus

Alan J. Wendl ... Sloppy

Patricia Hearst ... Juror #8

Nancy Robinette ... Jury Forewoman

Peter Bucossi ... Rookie Cop

Loretto McNally ... Policewoman

Wilfred E. Williams ... Press A

Joshua L. Shoemaker ... Court TV Reporter

Rosemary Knower ... Court Groupie A

Susan Lowe ... Court Groupie B

John Calvin Doyle ... Carl's Brother

John Calvin Doyle ... Carl's Brother

Mary Vivian Pearce ... Book Buyer

Brigid Berlin ... Mean Lady

Jordan Brown ... Police Officer

Anthony 'Chip' Brienza ... Vendor

Jeffrey Pratt Gordon ... Flea Market Boy

Shelbi Clarke ... Flea Market Girl

Nat Benchley ... Macho Man

Kyf Brewer ... Dealer


Sinopse: Beverly Stuphin (Kathleen Turner) é o mais puro retrato da mãe adorável, carinhosa e perfeita. Seu marido, o dentista Eugene (Sam Waterston), seus filhos Misty (Ricki Lake) e Chip (Matthew Lillard) completam a cena de uma feliz família de classe-média, que se choca ao saber que uma de suas viinhas está recebendo telefonemas obscenos. O que eles não imaginam é que a "querida e doce" mamãe tem uma forma pouco convencional de cuidar dos assuntos familiares. Ela mata todos aqueles que se atrevem a cruzar seus caminhos. E, conforme as supostas ameças à felicidade de sua família acontecem, aumenta a contagem de corpos que aparecem na vizinhança, e a polícia se aproxima em descobrir a verdade, ameaçando esse retrato e a felicidade da família perfeita.


Nosso comentário: É um clássico da sessão da tarde sem dúvida. O humor negro está realmente nesta personagem psicótica com cara de mãe de comercial de margarina. Tem diálogos hilários, quando ela diz para o policial: "Serial? Para mim isso é o que sirvo no café da manhã para os meus filhos". Poxa: a mulher tinha cada motivo para matar! A primeira vítima foi o professor do filho, daí para matar mais pessoas que magoavam algum membro de sua família era rapidinho. O filho dizia: "Eu odiava meu professor, mas eu não queria que ele morresse". O pobre homem foi atropelado e ela ainda passou com o carro por cima para terminar o serviço. Era o único jeito que ela encontrava para se livrar das pessoas que incomodavam, depois voltava com uma carinha bonitinha como nada tivesse acontecido. É engraçado quando todos descobrem sua sanha assassina, todos ficam com medo da mulher. A filha quando arranja um novo namorado (porque o primeiro ela matou) vai logo alertando: "É melhor você não contrariar mamãe!" Ela vai à júri, mas se defende, inclusive tem até aquela clássica cena a la Sharon Stone em Instinto Selvagem, uma das armas que ela utiliza para um homem não dizer a verdade ao seu respeito. Mas mulher cisma até com uma das pessoas que frequenta o forum, porque uma mulher usava sapatos brancos após o expediente, bem, todos sabem o que faz a maníaca... Vendo um dia desses, foi bom lembrar. Bom filme.

Nota: ****

domingo, 16 de outubro de 2011

Simplesmente complicado

Ficha Técnica:
título original: It's Complicated
gênero: Comédia Romântica
duração:1 hr 58 min
ano de lançamento: 2009
site oficial: http://www.itscomplicatedmovie.com/
estúdio: Universal Pictures / Relativity Media / Waverly Films / Scott Rudin Productions
distribuidora: Universal Pictures / UIP
direção: Nancy Meyers
roteiro: Nancy Meyers
produção: Nancy Meyers e Scott Rudin
música: Heitor Pereira e Hans Zimmer
fotografia: John Toll
direção de arte: W. Steven Graham
figurino: Sonia Grande
edição: Joe Hutshing e David Moritz
efeitos especiais: Hammerhead Productions

Elenco:
Meryl Streep (Jane)
Steve Martin (Adam)
Alec Baldwin (Jake)
John Krasinski (Harley)
Lake Bell (Agness)
Mary Kay Place (Joanne)
Rita Wilson (Trisha)
Alexandra Wentworth (Diana)
Hunter Parrish (Luke)
Zoe Kazan (Gabby)
Caitlin Fitzgerald (Lauren)
Emjay Anthony (Pedro)
Nora Dunn (Sally)
Bruce Altman (Ted)
Robert Curtis Brown (Peter)
James Patrick Stuart (Dr. Moss)
Peter Mackenzie (Dr. Allen)
Sean Hamrin (Oliver)
Valente Rodriguez (Reynaldo)


Sinopse: Santa Barbara. Jane (Meryl Streep) é mãe de três filhos e mantém uma relação amigável com Jake (Alec Baldwin), seu ex-marido, de quem se separou há dez anos. Quando eles se encontram para a formatura de um dos filhos, fora da cidade, surge um clima e eles passam a ter um caso. Só que Jake é agora casado com Agness (Lake Bell), o que faz com que Jane torne-se sua amante. Paralelamente, Adam (Steve Martin) entra na vida de Jane. Ele é um arquiteto contratado para remodelar a cozinha do restaurante de Jane e, aos poucos, se apaixona por ela.
Nosso comentário: Trata-se de uma elegante e divertida comédia, como também uma reflexão sobre os relacionamentos. Meryl Streep está elegantérrima como a empresária, Jane. Não podemos dizer o mesmo de Alec Baldwin, mas com certeza seu papel é o mais hilário. Quem diria hein, Steve Martin em um papel sério? E não é que ele agradou! A gente fica torcendo para que Jane não fique com o seu enrolado e espaçoso ex. Até que as situações vividas pelas personagens são bastante curiosas, e com certeza, alguém já deve ter vivido isto na vida. Bem enfim, super indicado para o fim de semana.

Nota: ****

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