sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O Orfanato

Ficha Técnica:

título original:El Orfanato
gênero: Suspense
duração: 01 hs 40 min
ano de lançamento: 2007
site oficial: http://www.theorphanagemovie.com/
estúdio: Wild Brunch / Estudios Picasso / Telecinco / Grupo Rodar / Esta Vivo! Laboratorio de Nuevos Talentos / Rodar y Rodar Cine y Televisión S.L. / TV3 / Warner Bros. Pictures de España
distribuidora:California Filmes
direção: Juan Antonio Bayona
roteiro:Sergio G. Sánchez
produção:Álvaro Augustin, Joaquín Padro, Mar Targarona e Guillermo del Toro
música:Fernando Velázquez
fotografia:Óscar Faura
direção de arte:Iñigo Navarro
figurino:Maria Reyes
edição:Elena Ruiz
efeitos especiais:

elenco:
Belén Rueda (Laura)
Fernando Cayo (Carlos)
Roger Príncep (Simón)
Mabel Rivera (Pilar)
Montserrat Carulla (Benigna)
Andrés Gertrúdix (Enrique)
Edgar Vivar (Balaban)
Óscar Casas (Tomás)
Georgina Avellaneda (Rita)
Carla Gordillo Alicia (Martín)
Alejandro Campos (Victor)
Carmen López (Alicia)
Óscar Lara (Guillermo)
Geraldine Chaplin (Aurora)
Carol Suárez (Benigna - jovem)



sinopse:
Laura (Belén Rueda) passou sua infância em um orfanato, onde recebeu os cuidados de funcionários e de outros companheiros órfãos. Laura retorna ao antigo edifício 30 anos depois, com seu marido Carlos (Fernando Cayo) e seu filho Simón de 7 anos (Roger Príncep). Ela deseja restaurar e reabrir o orfanato para abrigar futuramente um local destinado a crianças com necessidades especiais. O edifício estava abandonado por vários anos e o filho de Laura, Simón começa a conversar com amiguinhos, que segundo a mãe seriam "imaginários". Mas o desaparecimento do menino revela que nem tudo era imaginação.


Meu parecer: É um filme que prende do início ao fim. Quem pensa em encontrar "terror" pode decepcionar-se. Particularmente classifico-o como suspense. Há cenas interessantíssimas como por exemplo, a aparição do menino Tomás (foto acima) que Laura pensa ser Simón disfarçado. O espírito a empurra no banheiro e ainda a deixa sem unha. Mas o mais marcante é a cena da médium (Geraldine Chaplin) que no meio de seu transe hipnótico encontra o fantasma das crianças mortas agonizando pelo envenemento. Há sustinhos leves. A temática na verdade é o amor de mãe.

Nota: ****

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Muito bem acompanhada

Ficha técnica:
título original:The Wedding Date
gênero:Comédia Romântica
duração:01 hs 30 min
ano de lançamento ( EUA ) : 2005
direção: Clare Kilner
site oficial:http://www.theweddingdate.net/
estúdio:26 Films / Gold Circle Films
distribuidora:Universal Studios Inc. / UIP
direção: Clare Kilner
roteiro:Dana Fox, baseado em livro de Elizabeth Young
produção:Jessica Bendinger, Paul Brooks, Michelle Chydzik Sowa e Nathalie Marciano
música:Blake Neely
fotografia:Oliver Curtis
direção de arte:Astrid Sieben
figurino:Louise Page
edição:Mary Finlay
efeitos especiais:Pacific Title / Cine Image Film Opticals Ltd.
elenco:
Debra Messing (Kat Ellis)
Dermot Mulroney (Nick Mercer)
Amy Adams (Amy Ellis)
Jack Davenport (Edward Fletcher-Wooten)
Sarah Parish (TJ)
Jeremy Sheffield (Jeffrey)
Peter Egan (Victor Ellis)
Holland Taylor (Bunny)
Jolyon James (Woody)
Linda Dobell (Sonja)
Helen Lindsay (Tia Bea)
C. Gerod Harris (Mensageiro de bicicleta)



Sinopse:

Há dois anos atrás Kat Ellis (Debra Messing) foi abandonada no altar. Agora sua irmã, Amy (Amy Adams), está prestes a se casar e terá como padrinho de casamento justamente seu ex-noivo. Decidida a demonstrar ter superado o abandono, Kat contrata Nick Mercer (Dermot Mulroney) como seu acompanhante no casamento. O que Kat não esperava era que Nick conquistasse a simpatia de sua família, demonstrando ser um genro perfeito e objeto de desejo de qualquer mulher. Aos poucos ela nota que a relação que possui com Nick, que era para ser de fachada, torna-se cada vez mais séria.

Meu parecer:

O filme é uma comédia leve e cumpre a sua missão quanto ao gênero. "Muito bem acompanhada" e bota bem acompanhada nisso... Nick Mercer (Dermot Mulroney) disse bem a que veio está estonteantemente sexy neste filme, em diálogos que levantam o ego da mulherada. Aquela cena em que ele encosta Kat Ellis (Debra Messing) no carro e diz: "Feche os olhos. Está segura pode relaxar. Eu não vou beijar você. (...) Esqueça o passado, esqueça a dor. Só pense... na mulher incrível que você é." Quem não suspira nessa parte? E a Kat ainda emenda: "Sensacional. Você vale cada centavo". O "prostituto" vivido por Dermont é sedutor, psicólogo, saradão e um docinho quando o assunto é mulher encalhada carente. Um das tiradas bacanas de seu personagem é quando ele vai a despedida de solteira da sem noção da meia-irmã da Kat. E estão lá todas as amigas da noiva pedindo para o bonitão ficar e ele diz com toda categoria para as dondocas: "Um brinde aos maridos que conquistaram vocês, aos bobalhões que perderam vocês e aos sortudos que ainda as vão conhecer..." É ou não é um fofo? E aquela cicatriz dele então? É o charme da figura. Suspiros, suspiros.
Nota: *****

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sombras de Goya


Ficha Técnica:
Título Original: Goya's Ghosts
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 113 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Espanha): 2006
Site Oficial: www.goyasghoststhefilm.com
Estúdio: Antena 3 Television / Kanzaman S.A. / The Saul Zaentz Company / Xuxa Producciones
Distribuição: The Samuel Goldwyn Company / Downtown Filmes
Direção: Milos Forman
Roteiro: Milos Forman e Jean-Claude Carrière
Produção: Saul Zaentz
Música: José Nieto e Varhan Orchestrovich Bauer
Fotografia: Javier Aguirresarobe
Desenho de Produção: Patrizia von Brandenstein
Direção de Arte: Eduardo Hidalgo e Ana Viana
Figurino: Yvonne Blake
Edição: Adam Boome
Efeitos Especiais: El Ranchito / Kinema Digital


Elenco:
Javier Bardem (Irmão Lorenzo)
Natalie Portman (Inés / Alicia)
Stellan Skarsgard (Francisco Goya)
Randy Quaid (Rei Carlos IV)
Blanca Portillo (Rainha Maria Luísa)
Michael Lonsdale (Padre Gregorio)
José Luís Gómez (Tomás Bilbatúa)
Mabel Rivera (Maria Isabel Bilbatúa)
Mercedes Castro (D. Julia)
Cayetano Martínez de Irujo (Wellington)
Craig Stevenson (Napoleão Bonaparte)
Jack Taylor (Chamberlain)
Aurélia Thiérrée (Henrietta)
Fernando Tielve (Álvaro Bilbatúa)
Unax Ugalde (Ángel Bilbatúa)
Julian Wadham (Joseph Bonaparte)
Simón Andreu (Diretor do asilo)
Carlos Bardem (Oficial francês)
Antonio Bellido (Juiz)



Sinopse:

Nos primeiros anos do século XIX, em meio ao radicalismo da Inquisição e à iminente invasão da Espanha pelas tropas de Napoleão Bonaparte (Craig Stevenson), o gênio artístico do pintor espanhol Francisco Goya (Stellan Skarsgard) é reconhecido na corte do Rei Carlos IV (Randy Quaid). Inés (Natalie Portman), a jovem modelo e musa do pintor, é presa sob a falsa acusação de heresia. Nem as intervenções do influente Frei Lorenzo (Javier Bardem), também retratado por Goya, conseguem evitar que ela seja brutalmente torturada nos porões da Igreja. Estes personagens e os horrores da guerra, com os seus fantasmas, alimentam a pintura de Goya, testemunha atormentada de uma época turbulenta.
Meu parecer:
Talvez se houvesse outro ator com mais "sustância" para o papel de Goya e umas "ajeitadas" legais no roteiro, pelo menos uns retoques, o filme mereceria o selo de excelência. Claro, que a história não é a de retratar a vida do famoso pintor espanhol, mas do conturbado período em que viveu, e as influências de tudo isso em sua obra. Esse filme veio provar mais uma vez que Natalie Portman não é só um rostinho bonito no cinema, mas que é uma atriz de honra e mérito. A impressionante performance dramática para a personagem que é torturada pelos ignorantes e cruéis da Inquisição é comovente, principalmente quando ela sai da prisão após longos anos sem ver a luz do dia, adquirindo assim uma perturbação mental e uma desfiguração do que outrora fora seu belo rosto. Na verdade dois atores roubam as cenas: Natalie Portman e Javier Bardem, que também está perfeito.
Nota: ****

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Shakespeare Apaixonado





Ficha Técnica:
Título Original: Shakespeare in Love
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1998
Estúdio: Miramax Films / Universal Pictures
Distribuição: Miramax Films / Universal Pictures
Direção: John Madden
Roteiro: Marc Norman e Tom Stoppard
Produção: Donna Gigliotti, Marc Norman, David Parfitt, Harvey Weinstein e Edward Zick
Música: Stephen Warbeck
Direção de Fotografia: Richard Greatrex
Desenho de Produção: Martin Childs
Direção de Arte: Steven Lawrence
Figurino: Humberto Cornejo e Sandy Powell
Edição: David Gamble
Efeitos Especiais: United Special Effects


Elenco:
Joseph Fiennes (William Shakespeare)
Gwyneth Paltrow (Viola de Lesseps)
Geoffrey Rush (Philip Henslowe)
Judi Dench (Rainha Elizabeth)
Ben Affleck (Ned Alleyn)
Tom Wilkinson (Hugh Fennyman)
Steve O'Donnell (Lambert)
Tim McMullen (Frees)
Antony Sher (Dr. Moth)
Patrick Barlow (Will Kempe)
Martin Clunes (Richard Burbage)
Sandra Reinton (Rosaline)
Colin Firth (Lorde Wessex)
Joe Roberts (John Webster)
Timothy Kightley (Edward Pope)
Mark Saban (Augustine Philips)
Rupert Everett (Christopher Marlowe)
Imelda Staunton


Sinopse:

William Shakespeare (Joseph Fiennes) sofre um bloqueio que o impede de escrever sua mais nova peça, uma história de amor com fim trágico. Tudo muda quando ele se apaixona por Lady Viola (Gwyneth Paltrow) e passa a utilizar suas tentativas de seduzi-la como inspiração.

Meu parecer:
O curioso é que se trata de um filme que levou vários prêmios, inclusive o Oscar! E a história não empolga. Gwyneth Paltrow, a mocinha da história será sempre lembrada por ter tirado o prêmio de melhor atriz de Fernanda Montenegro. Realmente uma grande injustiça cinematográfica, não por neste momento querer puxar o saco da brasileira. Mas a Viola de Gwyneth não trazia aquela emoção peculiar de uma ótima personagem construída. Como sempre o Oscar é injusto! Não quero tirar o mérito da loira, que por sinal é uma excelente atriz. Ah, mas o figurino realmente mereceu o prêmio da academia. Aquela gola de penas de pavão no pescoço da rainha foi um toque de mestre! Judi Dench como Queen Elizabeth teve uma atuação poderosa. Super presença no filme!

Nota: ***

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O ilusionista

Ficha Técnica:
Título Original: The Illusionist
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento (EUA / República Tcheca): 2006
Site Oficial: www.theillusionist.com
Estúdio: Bull's Eye Entertainment / Stillking Films / Michael London Productions / Contagious Entertainment / Bob Yari Productions
Distribuição: Yari Film Group Releasing / Focus Filmes
Direção: Neil Burger
Roteiro: Neil Burger, baseado em estória de Steven Millhauser
Produção: Brian Koppelman, David Levien, Michael London, Cathy Schulman e Bob Yari
Música: Philip Glass
Fotografia: Dick Pope
Desenho de Produção: Ondrej Nekvasil
Figurino: Ngila Dickson
Edição: Naomi Geraghty
Efeitos Especiais: Universal Production Partners


Elenco:
Edward Norton (Eisenheim)
Paul Giamatti (Inspetor-chefe Uhl)
Jessica Biel (Sophie)
Rufus Sewell (Príncipe Leopold)
Eddie Marsan (Josef Fischer)
Jake Wood (Jurka)
Tom Fisher (Willigut)
Vincent Franklin (Loschek)
Philip McGough (Dr. Hofzinser)
Michael Carter (Von Thurnburg)
Aaron Johnson (Eisenheim - jovem)
Eleanor Tomlinson (Sophie - jovem)
Andreas Grothusen (Pai de Eisenheim)
Brian Caspe (Assistente de Eisenheim)



Sinopse:

O famoso ilusionista Eisenheim (Edward Norton) assombra as plateias de Viena com seu impressionante espetáculo de mágica. Suas apresentações despertam a curiosidade de um dos mais poderosos e céticos homens da Europa, o Príncipe Leopold (Rufus Sewell). Certo de que as mágicas não passam de fraudes, Leopold vai ao show de Eisenheim disposto a desmascará-lo. Quando Sophie (Jessica Biel), noiva de Leopold, é chamada ao palco para participar de um número, ela reconhece em Eisenheim uma paixão juvenil. Eles iniciam um romance clandestino e o príncipe delega a um inspetor de polícia (Paul Giamatti) a missão de expôr a verdade por trás do trabalho do mágico. Este, no entanto, prepara-se para executar a maior de suas ilusões.
Meu parecer:
Edward Norton não é nenhum galã, mas neste papel ele está muito sedutor. E Rufus Sewell nasceu para ser realeza, até como "príncipe coisa ruim" ele arrasa! A, ai, ai... Bom, mas o papel dele surpreende a todos no final. Aliás a história do ilusionista surpreende bastante quando chega ao fim. Apesar de toda a tecnologia empregada, o número da laranjeira ainda é o meu preferido.
Nota: ****

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Drácula de Bram Stoker


Ficha Técnica:
Título Original: Bram Stoker's Dracula
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 127 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1992
Estúdio: American Zoetrope / Columbia Pictures Corporation
Distribuição: Columbia Pictures
Direção: Francis Ford Coppola
Roteiro: James V. Hart, baseado em livro de Bram Stoker
Produção: Francis Ford Coppola, Fred Fuchs e Charles Mulvehill
Música: Wojciech Kilar
Direção de Fotografia: Michael Ballhaus
Desenho de Produção: Thomas E. Sanders
Direção de Arte: Andrew Precht
Figurino: Eiko Ishioka
Edição: Anne Goursaud, Glen Scantlebury e Nicholas C. Smith
Efeitos Especiais: 4-Ward Productions / Avaiable Light Limited / Colossal Pictures / Fantasy II Film Effects / Matte World Digital / VCE
Elenco:
Gary Oldman (Príncipe Vlad Drácula)
Winona Ryder (Mina Murray / Elisabeta)
Anthony Hopkins (Professor Abraham Van Helsing / Chesare)
Keanu Reeves (Jonathan Harker)
Richard E. Grant (Dr. Jack Seward)
Cary Elwes (Lorde Arthur Holmwood)
Bill Campbell (Quincey P. Morris)
Sadie Frost (Lucy Westenra)
Tom Waits (R.M. Reinfield)
Monica Bellucci (Noiva de Drácula)
Michaela Bercu (Noiva de Drácula)
Florina Kendrick (Noiva de Drácula)
Sinopse:
É a história de um Drácula apaixonado. O filme remonta as origens desse grande mistério da literatura de terror. E tudo começa no século XV, quando o príncipe Vlad (Gary Oldman) se depara com a morte da mulher que mais amava, Mina (Winona Ryder) . A Igreja se recusa a enterrá-la em solo sagrado, por se tratar de uma suicida. Mina havia tirado a própria vida acreditando que o seu amado Vlad estivesse morto. Este renega a Igreja e passa a perambular através dos séculos como um morto-vivo. Mas um dia a sua amada volta reencarnada na noiva de um advogado (Keanu Reeves) e ele fará tudo para reconquistá-la.
Meu parecer:
É uma obra prima sem dúvida. Francis Ford Coppola não poderia ser mais que genial neste filme. O melhor até hoje sobre um personagem que fez história no cinema, "Drácula". Claro, remontando a lenda em suas origens, baseado no romance de Bram Stoker. A interpretação de Gary Oldman é inesquecível; Assustador quando aparece mais velho e extremamente sensual quando aparece para Mina. Até quem não gosta do gênero se sente atraído, pois é uma linda história de amor. As atuações de todo o elenco está primorosa, com exceção de Keanu Reeves que fez um personagem meio sem sal. E se não me falha a memória, na época em que assisti, a chamada do filme era "O amor é algo que nunca morre". Realmente um amor para a eternidade, maldito ou bendito? Apenas imortal.
Nota: *****

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A espiã


Ficha Técnica:
Título no Brasil: A Espiã
Título Original: Zwartboek / Black Book
País de Origem: Holanda / Alemanha / Bélgica
Gênero: Suspense / Drama / Guerra
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 145 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Estréia no Brasil: 11/01/2008
Site Oficial: http://www.blackbookfilm.com
Estúdio/Distrib.: Europa Filmes
Direção: Paul Verhoeven


Elenco:
Carice van Houten (Rachel / Ellis)
Sebastian Koch (Ludwig Müntze)
Thom Hoffman (Hans Akkermans)
Halina Reijn (Ronnie)
Waldemar Kobus ... (Günther Franken)
Derek de Lint (Gerben Kuipers)
Christian Berkel (General Käutner)
Dolf de Vries (Notary Smaal)
Peter Blok (Van Gein)
Michiel Huisman (Rob)
Ronald Armbrust (Tim Kuipers)
Frank Lammers (Kees)
Matthias Schoenaerts (Joop)
Johnny de Mol (Theo)
Xander Straat (Maarten)

Sinopse:


Durante a Segunda Guerra Mundial, a cantora judia Rachel Steinn (Clarice van Houten), resolve se juntar a um grupo de judeus para encontrar a liberdade no sul da Holanda. Porém, o barco onde viajam é interceptado por uma patrulha alemã que arma uma armadilha e promove uma carnificina, mas somente Rachel escapa viva. Rachel então adota o nome falso de Ellis de Vries, ela consegue ficar amiga do oficial alemão SS Müntze (Sebastian Koch), que arranja um trabalho para a jovem sem saber que ela faz parte da resistência. Quando um plano dá errado, Rachel acaba sendo perseguida pelos nazistas alemães.


Meu parecer:

A adrenalina corre solta neste filme, a espiã Rachel (Clarice van Houten) parece aqueles gatos de sete vidas quando o disfarce dela é descoberto. Principlamente quando a humilham publicamente fazendo ela levar um banho de escrementos (eca!)... É triste a humilhação passada pelo povo judeu nessa época conturbada da história. O filme é bom mesmo, o figurino excelente e a atriz principal parece aquelas deusas do cinema clássico. Só o final deixou um pouco a desejar.


Nota: ****

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